Com o aumento constante da participação feminina no mercado de trabalho, entre outros fatores, pais e mães se vêem obrigados a assumir posições cada vez mais competitivas, o que faz com que dediquem boa parte do tempo às atividades profissionais, além de desempenharem diferentes papéis na família, ocasionando mudanças significativas na forma como as famílias são estruturadas. Contribuem, ainda, para tais mudanças as separações e os novos casamentos, fatores que estimulam a diminuição do convívio familiar, dificultando a transmissão de valores familiares aos filhos. O fato é que aquela família tradicional onde os pais tinham papéis bem definidos na estrutura familiar não existe mais e, cada vez mais, pais de crianças e adolescentes transferem a responsabilidade da educação de seus filhos para parentes como avós e tios e, principalmente, para a escola. Porém, é preciso ter consciência que educar uma criança não é uma tarefa fácil e a família tem papel fundamental nesse processo.
Não podemos esquecer que nosso primeiro convívio em sociedade acontece dentro da própria família. Assim, uma criança começa a absorver e adquirir hábitos desde o seu nascimento, através dos exemplos dos pais. O convívio familiar cria valores e princípios morais que os acompanharão por toda a vida como honestidade, sinceridade e responsabilidade. O amor é muito importante, mas, isoladamente, é insuficiente para formar um cidadão. Segundo Içami Tiba "a família atual tem que incluir a cidadania na educação de seus filhos. Uma criança tem que aprender que sua brincadeira acaba quando ela guarda os brinquedos de volta no lugar que antes estavam." É obrigação dos pais impor limites aos filhos, sem deixar, porém, de estimular a auto-estima.
O sentimento de culpa pela ausência, muitas vezes, faz com que pais e mães se vejam impedidos de dizer não às exigências de seus filhos, levando-os a praticar atitudes inadequadas e prejudiciais ao desenvolvimento dos mesmos. Ignoram que, agindo dessa forma, formarão crianças mimadas que esperam que o mundo funcione como os pais que lhes dão tudo e não lhes cobram nada. Serão pessoas capazes de exigir os seus direitos, mas incapazes de cumprir os seus deveres. Quando a família mima, a vida castiga.
Tenho um filho de nove anos. Às vezes, acho que cobro muito dele, outras vezes me pego sendo flexível demais. É preciso, porém, achar um ponto de equilíbrio e assumir as responsabilidades. Pais que só estão presentes na vida dos filhos para cobrar resultados também não ajudam muito, afinal as crianças também precisam de orientação. Outra dificuldade é saber o limite entre a amizade e a autoridade. Logicamente queremos ser amigos de nossos filhos mas, é preciso saber até onde podemos nos tratar como amigos e a partir de quando devemos impor a autoridade de pai e educador. É preciso ter em mente que todo mundo pode ser amigo de seu filho, mas só você pode ser o pai ou a mãe dele e conhecer a real diferença entre criar e educar.
Dia desses recebi um e-mail com uma pergunta interessante: "Todo mundo pensa em deixar um planeta melhor para os nossos filhos. Quando pensaremos em deixar filhos melhores para o nosso planeta?" A forma como educamos os nossos filhos pode determinar como será o mundo em que eles viverão daqui há alguns anos. Educar é orientar, observar, ouvir e dar exemplos que contribuirão para a formação do caráter de nossos filhos, além de promover a socialização dos mesmos através do convívio familiar. Afinal, é a família que prepara o indivíduo para a sociedade.
Não podemos esquecer que nosso primeiro convívio em sociedade acontece dentro da própria família. Assim, uma criança começa a absorver e adquirir hábitos desde o seu nascimento, através dos exemplos dos pais. O convívio familiar cria valores e princípios morais que os acompanharão por toda a vida como honestidade, sinceridade e responsabilidade. O amor é muito importante, mas, isoladamente, é insuficiente para formar um cidadão. Segundo Içami Tiba "a família atual tem que incluir a cidadania na educação de seus filhos. Uma criança tem que aprender que sua brincadeira acaba quando ela guarda os brinquedos de volta no lugar que antes estavam." É obrigação dos pais impor limites aos filhos, sem deixar, porém, de estimular a auto-estima.
O sentimento de culpa pela ausência, muitas vezes, faz com que pais e mães se vejam impedidos de dizer não às exigências de seus filhos, levando-os a praticar atitudes inadequadas e prejudiciais ao desenvolvimento dos mesmos. Ignoram que, agindo dessa forma, formarão crianças mimadas que esperam que o mundo funcione como os pais que lhes dão tudo e não lhes cobram nada. Serão pessoas capazes de exigir os seus direitos, mas incapazes de cumprir os seus deveres. Quando a família mima, a vida castiga.
Tenho um filho de nove anos. Às vezes, acho que cobro muito dele, outras vezes me pego sendo flexível demais. É preciso, porém, achar um ponto de equilíbrio e assumir as responsabilidades. Pais que só estão presentes na vida dos filhos para cobrar resultados também não ajudam muito, afinal as crianças também precisam de orientação. Outra dificuldade é saber o limite entre a amizade e a autoridade. Logicamente queremos ser amigos de nossos filhos mas, é preciso saber até onde podemos nos tratar como amigos e a partir de quando devemos impor a autoridade de pai e educador. É preciso ter em mente que todo mundo pode ser amigo de seu filho, mas só você pode ser o pai ou a mãe dele e conhecer a real diferença entre criar e educar.
Dia desses recebi um e-mail com uma pergunta interessante: "Todo mundo pensa em deixar um planeta melhor para os nossos filhos. Quando pensaremos em deixar filhos melhores para o nosso planeta?" A forma como educamos os nossos filhos pode determinar como será o mundo em que eles viverão daqui há alguns anos. Educar é orientar, observar, ouvir e dar exemplos que contribuirão para a formação do caráter de nossos filhos, além de promover a socialização dos mesmos através do convívio familiar. Afinal, é a família que prepara o indivíduo para a sociedade.